Origem do Mascote Galo
A origem do Galo como mascote do Atlético Mineiro remonta à década de 1930, quando a imprensa mineira começou a comparar o time com um galo de briga, devido à sua postura agressiva e combativa em campo. Essa associação foi reforçada pela bravura e resistência do animal, características que se alinham perfeitamente com o estilo de jogo do Atlético-MG.
Oficialização do Mascote
Em 1945, o cartunista Fernando Pieruccetti, conhecido como "Mangabeira", foi desafiado pelo jornal "A Folha de Minas" a criar os mascotes dos clubes de Belo Horizonte. Foi então que o Galo ganhou forma oficial, com Mangabeira inspirando-se na história do clube e na bravura do time em campo.
Evolução do Mascote
Ao longo dos anos, o Galo passou por várias adaptações e evoluções. No início, era retratado de maneira mais simples e cartunesca. Com o passar do tempo, a mascote ganhou uma aparência mais moderna, com traços mais definidos e uma postura mais dinâmica. Em 2005, o Galo reapareceu com uma nova roupagem, adotando o formato de super-herói e sendo batizado como "Galo Doido" pela torcida.
Significado e Importância
O Galo é mais do que um mascote; é um símbolo querido pela torcida atleticana, representando a alma guerreira e indomável do clube. Ele participa de eventos promocionais, anima a torcida nos estádios e está presente nas redes sociais do clube, reforçando a identidade do Atlético Mineiro.
Versões do Mascote
Algumas das versões mais conhecidas do mascote incluem:
- Galo Doido: A versão mais famosa, batizada pela Massa Atleticana.
- Galo Volpi: Outra versão que fez sucesso ao longo dos anos.
- Galo Ziraldo: Versão que também teve destaque na história do clube.
Conclusão
O mascote Galo é, sem dúvida, um símbolo oficial e icônico do Clube Atlético Mineiro, representando a bravura e determinação do time. Sua história e evolução ao longo dos anos o tornaram um elemento fundamental na identidade do clube e na paixão dos torcedores.